terça-feira, 19 de maio de 2015

O que é memória ROM?




Fonte da imagem: Novo PC
A memória é essencial para o ser humano. Quem já assistiu à comédia “Como se Fosse a Primeira vez” pôde sentir um pouquinho do drama que seria ter as lembranças apagadas periodicamente. No filme, o médico veterinário Henry precisa reconquistar Lucy todos os dias de sua vida. Pode parecer romântico, mas o motivo é mais grave, já que Lucy perdeu a capacidade de memorizar informações novas depois de ter sofrido um acidente.

Para o computador, a capacidade de memorizar informações também é essencial e, por isso, as máquinas costumam ter diversos dispositivos de armazenamento de dados. Um deles é o disco rígido, também chamado de HD. Nele são guardados os arquivos de fotos, de músicas e de softwares, que estão sempre à disposição do usuário.

Outra forma de armazenar dados no computador é por meio da Random-Access Memory (RAM). Sem ela, o computador nem chega a completar o processo de boot, por exemplo.

Fonte da imagem: Techfuels

Usamos a memória RAM para guardar dados temporariamente, como os programas que estão em execução na máquina. Mas por causa da volatilidade da RAM, não podemos usá-la para armazenar arquivos importantes, que gostaríamos de acessar frequentemente, já que o conteúdo da memória é esvaziado cada vez que o computador é desligado.

Portanto, se usássemos a RAM no lugar do HD, teríamos uma tarefa extra, similar à do protagonista de “Como se fosse a primeira vez”: reinserir, periodicamente, os mesmo dados que foram perdidos.

Mas existem dados que são importantes demais para o funcionamento da máquina e, portanto, não poderiam ficar no disco rígido, pois poderiam ser apagados por engano. E não poderiam ficar na RAM, pois seriam dizimados a cada reinicialização do computador.

Para casos como esses, existe a Read-Only Memory (ROM), que em português quer dizer “Memória de Apenas Leitura”.
O que é a ROM?

Aqueles que nunca ouviram falar da ROM certamente conhece um primo próximo desse tipo de memória, o CD-ROM, uma mídia ótica que permite apenas a leitura de dados. Ou seja, você não pode gravar arquivos em um CD-ROM, apenas executar ou visualizar o que já estiver nele.

Basicamente, essa é a função da memória ROM: oferecer dados apenas para leitura. Normalmente, a ROM é utilizada para armazenar firmwares, pequenos softwares que funcionam apenas no hardware para o qual foram desenvolvidos e que controlam as funções mais básicas do dispositivo.

Na ROM de uma calculadora, por exemplo, podemos encontrar as rotinas matemáticas que o estudante pode realizar ao usá-la. Já no caso de celulares, normalmente as ROMS carregam o sistema operacional e os softwares básicos do aparelho.
Tipos de ROM

Fonte da imagem: The Antique Chip Collectors Page Mask-ROM

As primeiras ROMs a serem desenvolvidas são as chamadas Mask-ROM, e são nada mais do que circuitos integrados que guardam o software ou os dados gravados durante a sua criação. Podemos compará-las com os CD-ROMs: o usuário acessa aquilo que comprou e não pode gravar outros dados na mídia ou chip.
PROM

Com o passar do tempo, foram necessárias memórias similares, mas que possibilitassem a inserção posterior de dados. A primeira dessa nova leva foi aProgrammable Read-Only Memory (PROM), que permite que o conteúdo seja modificado por meio de um dispositivo conhecido como programador PROM.

Fonte da imagem: Wikipedia

Porém, como o programador PROM altera fisicamente as ligações internas do chip, essa inserção pode acontecer apenas uma vez. Esse tipo de ROM pode ser encontrado em consoles de video games e em aparelhos de celulares. Além disso, podemos comparar a PROM com o CD gravável (CD-R), que também suporta apenas uma gravação.
EPROM

Outro tipo muito usado é o Erasable Programmable Read-Only Memory(EPROM). A grande inovação da EPROM é permitir a regravação de dados. O conteúdo do chip pode ser apagado expondo-o à luz ultravioleta por cerca de 10 minutos. Já o processo de reescrita dos dados requer uma voltagem cada vez maior e, com isso, a número de reprogramações acaba sendo limitado.

Fonte da imagem: Wikipedia EEPROM

Um tipo mais recente é a Electrically Erasable Programmable Read-Only Memory(EEPROM) que, como o próprio nome indica, permite que os dados sejam apagados e gravados com o uso de eletricidade. Assim, é possível atualizar o firmware de uma câmera ou de um MP3 Player de maneira muito mais prática, sem precisar remover o chip ROM de dentro do aparelho.

Os modelos mais comuns de EEPROM são a EAROM, que permite a alteração de um bit por vez do seu conteúdo, e a Flash Memory, que pode ter seu conteúdo alterado de forma muito mais rápida, além de durar muito mais, possibilitando mais de 1 milhão de ciclos de reprogramação.

Continuando a ideia de relacionar os tipos de ROM com as mídias óticas, podemos comparar tanto a EPROM quanto a EEPROM com os CDs regraváveis (CD-RW).

http://www.tecmundo.com.br/memoria/9346-o-que-e-memoria-rom-.htm

Curso de HTML - Aula 1 (Introdução ao HTML)

Esta é a primeira aula da série "Curso de HTML", pertencente aos conteúdos para criação de um site completo, que inclui HTML, CSS e PHP. Nesta vídeo-aula, do Canal WPMasters, você aprenderá os fundamentos básicos da linguagem: o que é o HTML, quais são suas utilidades, sintaxe e estrutura básica. Tudo para construir sua primeira página utilizando a famosa linguagem de programação HyperText MarkUp Language (Linguagem de Marcação de HiperTexto), ou simplesmente HTML.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Computador wireless do tamanho de uma moeda concorre com Raspberry Pi

O Black Swift é um microcomputador wireless que está surpreendendo pelo seu tamanho, comparável ao de uma moeda. O dispositivo supera não só pelas suas dimensões, mas por apresentar Wi-Fi integrado e por rodar o sistema Linux. Alternativa ao Raspberry Pi, Ele está em fase de arrecadação no site de financiamento coletivo Kickstarter.
blackswift2Black Swift é um computador wireless do tamanho de uma moeda (Foto: Divulgação)
O dispositivo tem alto nível profissional incorporado, mas também é fácil aprender a usá-lo, permitindo que novatos o utilizem sem problemas. Ele roda Linux Open WRT, conta com 32 bits, Wi-Fi integrado, 802.11 b/g/n e USB 2.0, além de outras portas. Ele também pode ser programado para diversas línguas diferentes, de C/C ++ até PHP, Phyton, Perl, Bash, e há até mesmo uma porta Node.js.
O modelo foi criado por um grupo de engenheiros eletrônicos da Rússia, Nova Zelândia e Hong Kong, que estavam insatisfeitos com os microcomputadores existentes até então. De acordo com eles, até mesmo o Raspeberry Pi não era suficiente, pois, apesar de ser poderoso e acessível, é considerado grande para usar como o computador embutido que precisavam como engenheiros. Ainda, nenhum dos modelos já existentes tem placa Wi-Fi on-board, o que significa que é necessário usar uma externa.
blackswiftO modelo pode ser usado tanto por especialistas, quanto por entusiastas (Foto: Divulgação)
O Black Swift pode ser usado de diversas maneiras, mas existem três formas principais. No primeiro, “Standalone”, você conecta a energia de uma tomada USB e dispositivo USB aos outros, por meio do dispositivo. Já “Weekend Projects”, consiste em conectar ao microcomputador os periféricos que você precisa, como LED, botões e sensores, com um adaptador ou soldando os fios diretamente na placa. A última das formas principais, “Professional Electronics”, envolve criar uma placa-mãe com todos os periféricos que você precisa e monta-lá no Black Swift por solda e montagem com conector destacável.
O microcomputador está em fase de arrecadação no site de financiamento coletivo Kickstarter e já bateu a meta de U$ 25.000 (cerca de R$ 69.667,50 em conversão direta). O Black Swift é vendido a partir de U$ 19 (cerca de R$ 52,95) para o modelo mais simples, atá U$ 376 (cerca de R$ 1.047,80), para o kit com três modelos mais avançados, além de adaptadores e outras vantagens. O microcomputador será entregue a partir de junho e pode ser enviado para o Brasil.
http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2015/02/computador-wireless-do-tamanho-de-uma-moeda-concorre-com-raspberry-pi.html

domingo, 29 de março de 2015

A 'menor furadeira do mundo' funciona e cabe na ponta do seu dedo



"Sempre gostei de coisas pequenas, e tenho criado miniaturas desde criança”, disse o inventor da "menor furadeira do mundo". Lance Abernethy, um engenheiro de manutenção que vive em Auckland (Nova Zelândia), teve a ideia de compactar ao máximo os principais componentes da ferramenta: usando sua Ultimaker 2 3D, ele conseguiu reduzir o instrumento às dimensões de 17mm de altura, 7,5mm de largura e 13mm de comprimento, com uma broca de 0,5mm.
A impressão da carcaça de plástico foi feita de modo lento, a apenas 10mm por segundo. “Levei três horas para soldar e colocar tudo junto. Os fios se rompiam enquanto eu tentava soldá-los, e foi um pesadelo manter todos os componentes em seu lugar 'a tempo de não deixar a bateria acabar'”, explicou Abernethy ao portal 3D Print.
O título de menor furadeira do mundo ainda não é oficial. Mas segundo o inventor, sua criação é a obra que merece a premiação. “Tenho visto reivindicações sobre as menores furadeiras do mundo, e sei que a minha é menor, mas este título ainda não foi confirmado”, esclarece o engenheiro. Não contente com as dimensões da ferramenta, Abernethy já pensa em imprimir um modelo ainda menor (sim: ele encontrou uma bateria ainda menor que a mostrada pela foto acima). Bonecos LEGO agradecem.

http://teech.com.br/noticia/618/a-menor-furadeira-do-mundo-funciona-e-cabe-na-ponta-do-seu-dedo-video.html

segunda-feira, 23 de março de 2015

Projeto promete acabar com a falta de entradas USB em notebooks

Por Redação Olhar Digital - em 23/03/2015 às 09h46
(Foto: Divulgação) inShare



O projeto InfiniteUSB, que está em financiamento coletivo no Kickstarter, pretende acabar com um problema que vem atingindo as novas linhas de notebooks: a falta de entradas USB. O InfiniteUSB é um cabo que permite conectar outros dispositivos em apenas uma única porta de entrada.


A grande inovação do InfiniteUSB é que a mesma porta que se conecta ao computador oferece uma entrada USB. Assim, com o uso de apenas uma entrada é possível conectar um celular e uma câmera, por exemplo.

Os criadores ainda não informaram quantas conexões simultâneas poderiam ser feitas com o adaptador. A meta de arrecadação de US$ 10 mil já foi atingida e as primeiras unidades devem ser entregues nos próximos meses. A contribuição mínima para financiamento do projeto é de US$ 10.


http://olhardigital.uol.com.br/noticia/projeto-promete-acabar-com-a-falta-de-entradas-usb-em-notebooks/47496

quarta-feira, 18 de março de 2015

Internet poderá enviar cheiros, diz estudo

Bateria de celular com dois meses de duração e roupas camufláveis são outra previsões. 

Pesquisa da Coréia do Sul teve foco no desejo dos usuários para tecnologia no futuro.

Transmissão rápida de cheiros através da internet, baterias de celular que duram dois meses e minirrobôs cirurgiões: tudo isso estará disponível em cerca de dez anos, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo governo da Coréia do Sul. 

As previsões são resultado de entrevistas com 3.500 especialistas em tecnologia do país, sobre o que os consumidores querem das tecnologias no futuro. Segundo os entrevistados, a transmissão de cheiros na web estará disponível em 2015. Cada fragrância será definida como um dado digital relativo a componentes aromáticos. A informação sera transmitida através da internet e ativará um cartucho de cheiros no computador que a receber. 

Outra previsão dos especialistas é que em 2015 soldados terão uniformes à prova de balas e de água, que serão capazes de se camuflar de acordo com o ambiente, como um camaleão. 

Já para 2018 espera-se que robôs realizem cirurgias rotineiramente. Alguns deles serão pequenos o suficiente para entrar em veias e descobrir, analisar e cuidar de problemas de saúde. 


http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL8088-6174,00.html